A epidemia da gripe H3N2 em Pernambuco, que ganha força dia após dia especialmente no Recife, faz os hospitais vivenciarem, mais uma vez, uma pressão que leva profissionais de saúde a mergulharem na exaustão e no esgotamento.

Após duas ondas intensas de covid-19 no Estado (em 2020 e em 2021), médicos, enfermeiros e demais trabalhadores da área voltam a atuar em plantões para salvar vidas de pessoas com síndrome respiratória aguda grave (srag).


Com 80% das vagas de terapia intensiva (UTI) e 74% das enfermarias ocupadas por pacientes com esse quadro, Pernambuco retoma os cenários de pico do coronavírus, com UTIs que têm praticamente todos os doentes em ventilação mecânica (no respirador) e mais de 400 pessoas em fila de espera por uma vaga de terapia intensiva ou de enfermaria.

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